Sábado, 10 de Maio de 2008

Justice vs. Simian

We Are Your Friends

Sexta-feira, 21 de Março de 2008

The Portugals
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" Não era caso pra tanto! O Né, Emanuel e a Andreia, três bandalhos a estudar em coimbra, formam os The Portugals em 2004. Em resposta, cada português põe uma bandeira espetada na janela! Os The Portugals agradecem e retribuem com sandes de queijo e marmelada. Estes 3 meninos ensaiavam no quartinho, baixinho e cuma mantinha a cobrir as perninhas. Para ganhar coesão o meio-campo dos the portugals fez entrar paulo barreto (uma espécie de jaime magalhães) para arrumar a casa. durante o processo os the portugals ficam reduzidos a dez unidades (né e paulo). Em maio, quem sabe, no dia 13 começam a tocar ao vivo. eh pah!, olha o que vem já aí em baixo! num é que é o videozinho da give it to me..." *


* http://www.myspace.com/theportugals

aqui vos deixo um doce: BOA PÁSCOOOA!!

Segunda-feira, 17 de Março de 2008

the dora steins - didn`t we have fun?
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Sábado, 15 de Março de 2008

Blonde Redhead - Dr. Strangeluv
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Live @ McCarren Park

Quinta-feira, 13 de Março de 2008

Blonde Redhead - 23

23 seconds,

all things we love will die

23 magic, if you can change your life

Your tainted heart, my tainted love, repent now

How many times ?As long as you live, how many times ?

The world will go around

He was a friend of mine, he was a son of god ... he was a son of a gun

23 seconds, in you I see a chance

23 magic, if you change the name of love

Your crazy heart, my crazy love, repent now

How many times ? As long as you wish

How many times ? The world will go around

How many times ? As long as you want

How many times ? The world will go around

He was a friend of mine, he was a son of a gun ... he was a son of god

23

Sexta-feira, 22 de Fevereiro de 2008

É em Maio que acontecem

Cat Power no Coliseu de Lisboa [dia 26] e no Coliseu do Porto [dia 28].
Amy Winehouse no Rock in Rio [dia 30].


E rezo para que nem uma nem outra venham cá apenas para destilar.

Amém.

Quinta-feira, 31 de Janeiro de 2008

The good the bad and the queen

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O que fazem juntos Damon Albarn [Blur e Gorillaz], Paul Simonon [ The Clash], Simon Tong [The Verve] e Tony Allen [Africa '70]?

www.thegoodthebadandthequeen.com

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Terça-feira, 15 de Janeiro de 2008

"There's nothing like living in a bottle, and nothing like ending it all for the world."
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Charlyn Marshall troca o absentismo pela abstinência, resgata a quase perdida Cat Power e mete-a dentro de uma caixinha de música feita das palavras de outros.



Download - http://rapidshare.com/files/79934387/Cat_Power_-_Jukebox.zip

Sexta-feira, 11 de Janeiro de 2008

"This will only hurt"*
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quando as palavras se foram eu senti-me esvaziar. prisioneira de um rio sem margens, de um pedacinho de céu mudo e sossegado a esconder e a abraçar um mundo inteiro amargurado.

fomos. forasteiros dos dias um do outro. forasteiros de noites presas a horas contadas. reclusos de uma saudade faminta, de uma saudade que devorou cada pedaço da carne morta que um tal de amor há muito matou. digo-te: a minha vontade tem a força de um vendaval e o meu silêncio há-de empurrar-te a um canto e há-de cortar-te os pulsos. trancarei o nosso relógio num túmulo de gelo e nunca mais, nunca mais, os nossos ponteiros darão a volta. deixarei as fendas e as feridas a apodrecer à sorte da tempestade que nos atravessou. e quando a tempestade abrandar tu perguntar-me-às pelo mapa que tem gravado o lugar frio onde nos enterrei e hás-de querer ter pulsos para ter mãos que me agarrem. e nesse momento, nesse momento, eu hei-de dizer-te que o mapa é uma nódoa confusa de tinta e a memória não guardou coordenadas. hei-de dizer-te: a minha vontade tem a força de um vendaval e a minha força tem a força de mil tempestades, e quando passei, quando passei e no fim me sentei [des] cansada, de nós não sobrou nada.

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" Rapaz. A tua pele morena foi um Verão que quis viver e me foi negado. Um caminho que não me enganou. Enganou-me a luz e os olhos foscos das nossas manhãs revividas. Não te escolhi: escolhi estradas, desconfiando que todas eram a mesma, e foi sem dar conta que fui dar a ti. Nós. Um idílio impossível, sem a culpa que eu e tu não temos. A condenação certa por existirmos no tempo errado, ditada pelo terror de sermos um caminho difícil. Não há mais manhãs para reviver, sei-o hoje, nem tão pouco se podem construir dias novos sobre manhãs que se recordam. " [ adaptado "Nenhum Olhar", José L. Peixoto]

* Logh - The Black Box

Quinta-feira, 10 de Janeiro de 2008

electrelane and the " indefinite hiatus "
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era injustamente cedo e a luz definia ainda os contornos do palco de paredes de coura. mal entraram percebeu-se logo a que vinham: “viemos aqui para tocar”. não existiram palavras a dizê-lo, apenas música.
eram o instrumento que tocavam, cada uma por si, mas nunca sozinhas. se é verdade que sem a voz de Verity Susman faltaria algum sentido à banda, também o é que, sem mãos de Verity Susman ao piano, lho faltaria inteiro. como lho faltaria sem a bateria de Emma Gaze ou as guitarras de Mia Clarke e Ros Murray.
pouco tempo após o lançamento de No Shouts, No Calls, o quarto álbum de originais, e depois de dez anos nos palcos, o quarteto eléctrico de Brighton diz adeus. foram-se as mãos que tocam, ficaram-nos as músicas tocadas. chamam-lhe "hiato indefinido". eu, esperançosamente, chamo-lhe “até já”.
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Sábado, 5 de Janeiro de 2008

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Broadcast - Tears in the Typing Pool
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Segunda-feira, 10 de Dezembro de 2007

Everybody's Free [to Wear Sunscreen]

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para eu mesma me lembrar - porque hoje vou adormecer um ano mais velha.

Segunda-feira, 3 de Dezembro de 2007

salut au revoir simone !
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Hoje em Lisboa [Santiago Alquimista ] e amanhã em Braga [Theatro Circo].

Sexta-feira, 23 de Novembro de 2007

Recado
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Encosta-te a mim, dá cabo dos teus desenganos. Não queiras ver quem eu não sou, deixa-me chegar.

Chegado da guerra, fiz tudo p´ra sobreviver. Em nome da terra, no fundo p´ra te merecer. Recebe-me bem, não desencantes os meus passos.



Quinta-feira, 15 de Novembro de 2007

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Invento-me a cada segundo. Invento-me sempre diferente. Cada uma das minhas palavras conta uma mentira. Não escrevo com o coração, escrevo com as mãos.
Passo dos dias a entrar em casas vazias. Casas vazias cheias de silêncio. Do silêncio que sou por dentro. Pinto as paredes e arranjo mobílias. Gira-discos e livros cheios de poemas. Passo os dias a entrar em casas vazias, a entrar para voltar a sair, uma e outra vez e sempre. Sou uma criatura do vento. Escondo-me e perco-me só para me voltar a encontrar. Vivo numa roda-viva só comigo mesma. Espero dos outros o que não espero dar a ninguém. Resmungo-me no meu egoísmo, mas cá dentro só se ouve silêncio. Nunca sei o que sinto, por quem sinto. Se sinto sequer. Não regenero, vivo incapaz de viver de maneira diferente, incapaz de mudar, incapaz de tornar tudo mais, mais dia, mais... As minhas somas fazem-se sempre com números negativos. Fazem-se com palavras difíceis, que mentem, e no fim perdeu-se sempre. Alguém ficou mais triste. Alguém ficou mais sozinho. Alguém ficou preso a uma casa que já não está vazia, que já não é de silêncio, mas que fede a mofo e fede a oco, que já não tem ninguém dentro. Já não se fazem festas, já não se ouve gente, já não se bebe vinho. Já partiu, sem deixar uma palavra, quem jurou ficar para sempre.
Invento-me a cada segundo. Às vezes penso que estou [sou] doente. Cada uma das minhas palavras conta uma mentira. Uma mentira diferente. Uma mentira contada por alguém que perdeu algo maior do que aquilo que alguma vez teve. Como quem perde uma floresta sem nunca ter tido uma árvore. Um deserto que nunca teve areia. Um coração que nunca pode sentir, que nasceu pálido e cinzento, que é só silêncio, onde não há remorsos nem tormentas. Um coração que é uma casa vazia cheia de silêncio e a única onde eu não consigo entrar.
E é por isso que eu conto mentiras, que me agarro às minhas mãos e as gasto a contar histórias que só no meu imaginário existem. Mas desta vez, só por esta vez, conto-te uma verdade. Talvez tu tenhas razão. Talvez eu não precise tanto desta solidão. Talvez eu pudesse mesmo dar uma salto cá para fora, um pulo de verdade. Ou talvez tu possas só parar de fazer força por acreditar que sou eu quem não deixa ninguém entrar. Porque eu, eu, também estou do lado de fora.
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[ " Into the windows of my lovers
They never know unless I write:
- This is no declaration,
I just thought I`d let you know goodbye.
Said the hero in the story:
- It is mightier than swords
I could kill you sure,
But I could only make you cry with these words."]
belle and sebastian